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Muito mais Ransomware pra todos nós


Ransomware foi a grande ameaça de 2016 e pretende atacar usuários a cada 10 segundos em 2017.


Uma investigação da Kaspersky Lab indica que os ciberataques tecnológicos às empresas através de ransomware triplicaram durante o terceiro trimestre de 2016. Este ano ficou pautado pela crescente utilização deste software malicioso, que também afeta usuários de 10 em 10 segundos.
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Desde o início de 2016 que o ransomware tem ganhado bastante popularidade entre os criminosos do mundo cibernético. De acordo com a Kaspersky Lab, só este ano foram detectadas 62 novas famílias deste malware.

No primeiro trimestre foi registado um ataque com ransomware às empresas a cada dois minutos. Este intervalo de tempo foi reduzido para 40 segundos entre julho e setembro.

A rentabilidade e crescente adesão ao negócio do Ransonware-as-a-Service (RAAS), através do qual criminosos que não têm capacidade ou recursos para levar adiante ataques cibercriminosos.

Podem “terceirizar” o desenvolvimento do malware, adquiri-lo como um mero produto e realizar as suas operações de cibercrime. PQP (Desculpe-me por isso !)

A Kaspersky Lab explica que os usuários quando atingidos por ransomware, tendem a pagar o resgate que lhes é exigido para recuperar o acesso aos seus dados.


A empresa alerta que esta prática alimenta o mercado do cibercrime e, em particular o do ransomware, e aconselha as vítimas a não pagarem o resgate, visto que este fluxo constante e cada vez maior de dinheiro cria um ciclo vicioso e incentiva os hackers criminosos e marginais para continuarem seus ataques cibercriminosos.

Através de uma investigação ao mundo sombrio da criminalidade tecnológica, constatou-se que 25% das empresas a nível mundial já foram atacadas por ransomware. A mesma percentagem não recuperou os dados furtados, mesmo após ter efetuado o pagamento do resgate.

Por isso, é melhor ficar atento, manter backup de seus dados constantemente e não pagar resgate. Afinal, você está lidando com marginais cibernéticos. Então: sem garantias !

Segundo os especialistas, um software utilizado para testar a vulnerabilidade dos sistemas das empresas a ransomware, software este que simulava um ataque do malware, foi rapidamente “convertido” pelos hackers criminosos e utilizado para causar danos de verdade aos sistemas testados.


Ded_Cryptor e Fantom são alguns desses programas que passaram para o lado marginal do negócio.

Lembrem-se que em julho, a Kaspersky juntou forças com a Europol e a Intel para fortalecer o combate ao ransomware.

Esta parceria materializou-se numa iniciativa intitulada “No More Ransom”, que ajuda as vítimas a recuperarem os dados sem terem pagar resgate.

Conclusão:
Mantenha um backup de seus dados bem atualizado, seguro e externo a sua máquina ou dispositivo.

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